A razão me comanda a crer na Bíblia

A razão me comanda a crer na Bíblia

Por Box95 | Um Clube de Assinaturas Reformado!      12/07/2017 14:48:21    


Como você sabe que Platão, Aristóteles ou Júlio César realmente existiram? Alguém, por acaso, questiona a vida deles? Pois bem, você sabia que não há qualquer documento sobre esses três personagens que não tenha pelo menos 1.000 anos de distância entre suas vidas e o texto que os cita?


Se analisarmos as cópias de alguns documentos e compará-los com as cópias que temos dos Antigo e Novo Testamentos ficaremos surpresos, pois os manuscritos bíblicos estão muito mais próximos dos fatos relatados do que os manuscritos que fazem referência a filósofos ou reis antigos. A história de Teucídites (460-400 a.C), por exemplo, nos é relatada por meio de apenas oito manuscritos datados de cerca de 900 d.C. Isso significa que as cópias estão a quase 1.300 anos depois da redação original. Nenhum filósofo ou historiador duvida da existência de Teucídetes.


Aristóteles escreveu sua Poética por volta de 343 a.C. Como sabemos? Por meio das cópias de seu texto original, que se perdeu no tempo. Contudo, a cópia mais antiga é datada de 1.100 d.C, uma lacuna de quase 1.400 anos depois do texto original, sendo que só existem 49 exemplares. Júlio César, o imperador romano, compôs a história das guerras gaulesas entre 58 e 50 a.C. Há apenas nove ou dez cópias datadas de 1.000 anos após a sua morte. Isso mesmo. Mais de 1.000 anos de distância entre a cópia e o texto original, mas ninguém questiona a veracidade da história das guerras gaulesas de Júlio Cesar.


E a Bíblia? Quantas cópias temos dela? Até 2009 foram encontradas mais de 20.000 cópias de manuscritos e fragmentos do Novo Testamento, de acordo com Josh McDowell (Mais que um Carpinteiro, Editora Hagnos, página 88). Outras cópias em forma de pergaminho e papiro ainda continuam sendo descobertas. A grande maioria é datada dos primeiros séculos da era cristã. De acordo com Daniel B. Wallace, professor de Novo Testamento do Dallas Theological Seminary, há 18 manuscritos do Novo Testamento datados do século II e um fragmento do Evangelho de João datado do primeiro século. Esse fragmento é conhecido como P52 ou Papyrus 52 e contém João 18.31-33 de um lado e João 18.37-38 do outro.


De acordo com John Piper no seu livro “Uma Glória Peculiar” (lançamento da caixa de fevereiro da Box95), “nenhum outro livro antigo chega perto do tipo de riqueza de preservação que temos para o Novo Testamento. Não somente o número de manuscritos é impressionante, como também a antiguidade” (pág. 110).


Todas essas cópias estão à nossa disposição, com pequeníssimas variações, sem qualquer comprometimento da doutrina e da história do Evangelho. Nas palavras de F. F. Bruce, “Felizmente, se o grande número de manuscritos aumenta o número de erro dos escribas, aumenta proporcionalmente os meios de se corrigirem esses erros, de modo que a margem de dúvida deixada no processo de resgatar a fraseologia original exata não é tão grande quanto poderíamos temer; é, na verdade, admiravelmente pequeno”.


Já não é nem uma questão de fé. Pela lógica é mais fácil crer na veracidade da Palavra de Deus do que nos relatos de Aristóteles, Platão e nas histórias de Cesar.

por - Samuel Costa

 

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